“Foi tudo como tinha de ser.”
Eu disse isso a mim mesmo quando decidi parar de adiar o inevitável.
Desde 2003, escrevo para organizar o mundo enquanto aprendo a navegar por ele. Recomecei muitas vezes — não por fuga, mas por reorganização. Em 2016, recusei publicar Diluculum porque não queria lançar por impulso. Em 2020, ajustei a bússola. Em 2025, selo a direção.
Escolhi a integridade ao ruído, o tempo à ansiedade, o processo ao espetáculo. A partir de hoje, não há ensaio: há obra. Este é o recomeço necessário e definitivo.
Não abandono o passado. O arquivo permanece aberto e vivo. As contas antigas ficam como memória do caminho. Não abandono o passado. Arquivo o que veio antes e integro o que vem agora. Identidade não é rótulo: é direção. A minha está clara.
O que vem agora:
Diluculum — Edição Premium: o formato que sempre imaginei para a obra, com enobrecimentos de acabamento, por apenas R$ 10,00 a mais que a Edição Standard (comum).Se isto te interessa, caminha comigo pelos novos canais. É lá que a obra se organiza, cresce e se encontra com quem precisa encontrá-la.
Novas contas:
Este recomeço não será revertido.
Tudo o que veio antes foi preparação.
Hoje é origem.
